sexta-feira, 25 de abril de 2014

Em Brasília, Rafael Suzuki mira evolução e pontos no circuito mais rápido da temporada da Stock Car.


Na semana que marcou o aniversário de 35 anos da Stock Car, a principal categoria do automobilismo brasileiro chega a um dos seus mais tradicionais circuitos do calendário: o anel externo de Brasília, que será palco da terceira etapa da temporada entre sexta-feira e domingo (25 a 27 de abril). Para Rafael Suzuki, o mais rápido traçado do campeonato representa a chance de evoluir e somar ainda mais pontos em relação à rodada dupla de Santa Cruz do Sul, há duas semanas.

O piloto da ProGP marcou seu primeiro ponto na temporada na primeira das duas corridas no circuito gaúcho. Mas para a etapa do Distrito Federal, o paulista de 26 anos almeja muito mais. Entretanto, para alcançar sua meta para este fim de semana, Suzuki terá de enfrentar um circuito conhecido por oferecer um alto desgaste nos pneus, consequência de um asfalto em péssimas condições.


Além disso, uma volta com um carro da Stock Car é completada com cerca de 180 km/h de média. Desta forma, levando em conta que a categoria é extremamente competitiva e equilibrada, os tempos na Capital Federal costumam ser muito próximos, com muitas posições na classificação sendo decididas nos milésimos. Com características tão peculiares, Brasília vai proporcionar aos pilotos do grid uma gama muito maior em termos de emoção e estratégia, que mais uma vez poderá decidir os rumos das duas provas do fim de semana.

As atividades de pista no circuito começam na sexta-feira com o shakedown e o primeiro treino livre. No sábado, mais um treino livre e a definição do grid de largada, a partir das 14h. E no domingo, a largada da primeira corrida está prevista para 12h33 e terá duração de 40 minutos mais uma volta. A prova que fecha o fim de semana em Brasília, com 20 minutos mais uma volta, começa às 13h48. (Os horários são pelo fuso de Brasília).


Rafael Suzuki:

“Tomando por base nosso desempenho em Santa Cruz do Sul, a meta para Brasília é melhorar e consolidar essa evolução com bons pontos para o campeonato. O fato de a pista ser curta facilita para nós porque podemos adquirir mais quilometragem, e isso torna o trabalho nos treinos mais produtivo. Por outro lado, todo mundo anda num ritmo muito próximo, e aí qualquer erro custa caro. Esperamos um alto desgaste dos pneus, mas só vamos ter uma ideia real depois dos primeiros treinos. Levando em conta o aprendizado adquirido nessas primeiras provas, vamos focar muito mais nas corridas do que no ritmo de classificação”.

Fotos: Carsten Horst e Rafael Gagliano/Hyset - Fonte: Eversports 

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