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terça-feira, 30 de setembro de 2014

DTM and Super GT agree upon new Class One regulations.


DTM and the Japanese Super GT are making big steps forward, in their co-operation. Since the beginning of the 2014 season, the technical regulations – mainly in the chassis and the aero areas - have been identical, in the two series and from 2017, there also will be joint engine regulations: two litres, four cylinders, turbo charged. These are the key data of the new ‘Class One’ - how it will be internationally called. That was agreed upon by DTM rights holder and promoter ITR e.V., the Japanese Super GT organisers GTA and all the manufacturers involved during a joint meeting, on 30th October in Tokyo. In addition, the American motor-racing association, IMSA, also plans to announce races according to the new Class-One regulations.

While the names and specific characteristics of the different race series are supposed to be maintained, the DTM, Super GT and IMSA representatives agreed upon a range of technical details that are to be included into a common set of regulations, in force all over the world, under the name ‘Class One’. The top priorities: spectacular cars, a high level of safety and a cutback of operation and development costs. While silhouette and looks are similar to the ones of the latest DTM and Super-GT vehicle generations, it was agreed that turbocharged four-cylinder two-litre engines with a horsepower output of some 600bhp will power the cars from 2017. Moreover, a range of details like test limitations, tyre specifications and the use of DRS also were addressed in the meeting of the so-called ‘steering committee’ of the three race series. Thanks to these moves, those involved are convinced to be on a good way to being able to contest races in other championships without major modifications being necessary, with a Class One car from 2017.


“The agreement between the leading car manufacturers in Germany and Japan is an important milestone on the way to a set of joint, globally implemented Class One regulations” said Hans Werner Aufrecht, Chairman of ITR e.V. . It’s up to the manufacturers’ to decide if they want to let their Class-1 vehicle race at Suzuka today, at the Nürburgring next week and at Daytona in a fortnight. This possibility provides totally new marketing opportunities for the manufacturers. And the joint name, ‘Class One’, is an important component, so to speak the cramp that is holding it all together. Therefore, I’m delighted that we are going to demonstrate our common ground, in Europe, Japan and the USA, with this distinctive name. All these moves will help us achieving a variety of brands never witnessed before at the highest technical level and consequently, we will provide the crowds even more fascinating motor sport. Isn’t it a fantastic perspective that spectacular racing cars such as the DTM vehicles can be run all over the world at reasonable costs, in the future?” Masaaki Bandoh, chairman of the Japanese GTA, adds: “The meeting was very productive. We fully agreed on the concept of the common technical regulation. This agreement will create better conditions for car manufactures to participate in the other series in future”.

Photos: DTM 

domingo, 23 de dezembro de 2012

O que você precisa saber para dirigir na neve e em pistas congeladas!



Começando o inverno por aqui e o tema da matéria é bem interessante e importante para quem vai viajar neste feriadão que se aproxima. Pois bem, este post foi feito pelo Blog da Suriemu e tem dicas que são essenciais para evitar acidente. Eu mesmo já dirigi sem estar com os pneus para pista congelada e sem correntes, por sorte nada aconteceu, mas é bom o motorista seguir as orientações.

Em boa parte das estradas do Japão há fiscalização em dias de neve e as autoridades fazem blitz parando todos os carros, quem não obedece as normas de segurança é multado e ainda terá que sair da auto-estrada. Com a autorização do Blog da Suriemu, parceiros de longa data, estou repostando aqui a matéria que foi publicada no dia 19 de novembro. Confira as dicas!

Dirigir na neve exige cuidados especiais com o veículo e uma atenção redobrada do motorista. A pista fica muito escorregadia e as chances de se envolver em um acidente aumentam. Saiba como dirigir com mais segurança. Os cuidados começam com a manutenção preventiva do veículo. Bateria, radiador, nível do óleo, freios, faróis e lanternas precisam estar em dia. O sistema de ignição também tem que estar em ordem. É preciso verificar constantemente a calibragem dos pneus.


No inverno japonês encontramos regiões que nevam bastante, cujos moradores já acostumados, adotam procedimentos de segurança no trânsito como parte do cotidiano. Mas também temos outras regiões que pouco nevam, ou nevam 3 a 4 vezes por ano. Aqui sim, os moradores, não costumam usar pneu de neve studless e não estão muito habituados com as regras de segurança para dirigir em pistas congeladas e escorregadias. Abaixo listamos alguns itens importantes para serem observados e cumpridos quando você estiver transitando em estradas com neve, congeladas ou quando estiver indo a lazer para pistas de esqui e montanhas.

Cuidados na estrada e cuidados do motorista:

Previsão do Tempo - Antes de sair com o carro é importante se informar das condições meteorológicas do local onde você se encontra e para onde pretende ir, através dos noticiários da televisão, rádio ou internet. Para caso de eventual acidentes, sempre informe familiares ou conhecidos qual seu roteiro de viagem e em quanto tempo deverá chegar ao destino final. Tenha sempre em mãos, o mapa do local onde pretende ir e as alternativas de rotas, caso a pista esteja impedida temporariamente.

Equipamentos necessários e úteis - Para estar prevenido para eventuais acidentes é importante ter no carro: correntes para pneus (se o veículo não tiver pneus studless, apropriado para esse tipo de pista), corda ou cabo de reboque, cabo para “chupeta” (em casos de bateria arriada), pá, rodos para limpar vidros, produtos para descongelar vidros, luvas de trabalho, botas de borracha, lanterna e pilhas, cobertores, água, chocolate, guarda-chuva (quando não tiver outro equipamento por perto, ajuda a limpar a neve).


Antes de sair - Retire o excesso de gelo dos sapatos, para evitar escorregar. Retire o gelo e a neve que estiverem cobrindo os vidros, o limpador de para-brisas e os faróis traseiros e dianteiros. Tire a neve e o gelo do teto para evitar que caiam no para-brisa de repente com o carro em movimento, o que pode ser muito perigoso.

Mantenha o tanque de gasolina pelo menos na metade. Use líquido para o para-brisas com fluido anticongelante. Antes de ligar o motor, limpe o excesso de neve que estiver no teto, capô e nos vidros do automóvel. Ligue o ar condicionado e só saia com o carro após os vidros estarem totalmente desembaçados. Na hora de sair com o carro, pise no acelerador lentamente de acordo com as condições da rua, para que os pneus não rodopiem. Se isso acontecer, o veículo pode se mover para os lados e causar algum acidente. Use roupas confortáveis que não atrapalhem seu movimento dentro do carro. Mas deixe o casaco pesado à mão para usar assim que abrir a porta para deixar o veículo.


Na pista não corra - Reduza a velocidade, dirija com cuidado e acelere devagar. Caso o carro passe por um trecho escorregadio que desliza, há chances de perder o controle total do veículo se estiver em alta velocidade e precisar frear de repente. O carro pode patinar com os pneus dianteiros, traseiros ou os quatro pneus. Se isto acontecer, mantenha a calma e procure observar o ponto para onde você quer ir. Tire o pé do acelerador e esterça o volante levemente para aquela direção.

Tenha cuidado para não virar bruscamente o volante, o carro poderá rodopiar na pista. Nunca freie bruscamente sobre uma estrada congelada, pois perderá o controle da direção. Se o carro escorregar no gelo, lembre-se de virar a direção no sentido contrário ao que estiver escorregando. Evite frear bruscamente o carro ou fazer manobras desnecessárias com o volante, por exemplo, passar de uma pista para outra. Nas freadas, tente utilizar a redução das marchas, ao invés de pisar no freio.

Distância - Com o carro em movimento é importante ver e ser visto. Deixe ligado os faróis e as lanternas. Mantenha sempre uma distância segura do veículo da frente. O carro precisa de um espaço maior para parar em pistas mais escorregadias. Segundo a Federação Automobilística do Japão (JAF), são precisos 7,9 metros para frear um veículo a 40 quilômetros por hora em uma pista seca. Na estrada com neve, essa distância aumenta para 21 metros. Se a neve virar uma camada de gelo bem escorregadia, são necessários 78,7 metros


Pistas inclinadas - Evite parar o carro em pistas inclinadas pois pode deslizar. Em uma fila de carros, espere o carro da frente percorrer o trajeto da subida para que você não precise parar no meio do caminho.

Áreas com sombras e túneis - Tenha cuidado ao passar por áreas sombreadas na pista, saídas e entradas de túneis e pontes, que congelam mais cedo e ficam mais tempo escorregadias mesmo com sol.

Tenha cuidados com as geadas, que deixam partes da pista mais escuras, onde é mais fácil perder a tração do carro. Se for passar por uma área assim, reduza a velocidade e evite frear bruscamente.

Pontes - Nas pontes onde há passagem de vento e nas entradas e saídas dos túneis, uma camada de gelo se forma no asfalto, deixando-o escorregadio. Tome cuidado e reduza a velocidade nesses locais. O gelo também costuma se formar em cruzamentos movimentados (os carros pressionam a neve) e nas estradas onde a temperatura é baixa, principalmente ao amanhecer.

Para-brisa - Ao deixar o carro parado por muito tempo em um local onde está nevando, levante o limpador do pára-brisa para que não fique coberto pela neve e evitar que a borracha grude no vidro. Antes de sair, tenha a certeza de que o limpador de para-brisas e o desembaçador estão funcionando bem.


Caso fique com o carro atolado na neve, mantenha a calma. Se não estiver em um local perigoso, fique dentro do veículo. Se precisar abrir a janela para ventilar, abra a que não estiver recebendo ventos diretamente. Se estiver com um telefone celular, chame o socorro. Mantenha a circulação movimentando braços e pernas e procure não deixar ninguém dormir. Se tiver de sair do carro, agasalhe-se bem e procure um abrigo.

Não deixe sua roupa ficar molhada. No Japão, são muito comuns veículos com tração nas quatro rodas (4WD), exatamente para poder enfrentar o inverno. No inverno é recomendável a troca dos quatro pneus comuns pelos modelos studless para rodar na neve, que têm mais aderência e permitem melhor dirigibilidade durante geadas, nevascas e pistas com gelo. Nessas condições, não é preciso usar correntes, a não ser que o motorista faça questão para dar mais estabilidade e segurança.


Correntes - Instale as correntes de forma antecipada, assim que a estrada começar a ficar esbranquiçada de neve. Muitos acidentes ocorreram porque o motorista achava que a corrente ainda não era necessária. Não é muito difícil atolar o carro em uma estrada de neve fofa. Se isso acontecer, a corda de reboque é um acessório útil, mas é preciso a colaboração de um outro veículo para puxá-lo. Há vários tipos no mercado. O ideal é escolher um que seja bastante resistente (cordas grossas e ganchos de metal).

Por causa do frio, a bateria do carro pode arriar. É sempre bom ter em mãos um cabo para fazer “chupeta” em outro veículo, pelo menos para ligar o motor. Uma pá também é indispensável e serve para tirar a neve do caminho depois que o carro derrapa e pára na beira da estrada. Na hora de instalar as correntes ou remover a neve, luvas de trabalho, botas de borracha e lanterna são acessórios que podem ajudar o motorista.

Caminhões na pista. Tenha atenção ao passar por veículos grandes como caminhões e ônibus, que podem lançar um spray de água contra a lateral de seu veículo. E também manter distância segura destes caminhões, pois neves acumuladas no teto poderão cair em cima do seu carro em movimento, provocando acidentes. Se você avistar as luzes de um veículo responsável por limpar a neve da estrada, reduza a velocidade e mantenha-se atrás dele. Tenha paciência e espere até a pista ser totalmente limpa. Nunca tente ultrapassá-lo.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Rafael Suzuki.... ラファエル スズキ...


Hoje o post é sobre o brasileiro Rafael Suzuki, piloto que corre na F3 Japonesa, acompanho a carreira de alguns pilotos a tempos e em especial deste paulista que vem sendo destaque em todas as categorias em que disputou.

Rafael iniciou sua carreira no kart, foi tri-campeão paulista nos anos de 98/99/2000 e vice-campeão em 2006.

Ainda no kart foi vice-campeão nas 500 milhas de kart em 2002 e campeão da Copa Mercosul em 2003.

No ano de 2007, disputou quatro corridas da Fórmula 3 Asiática pela equipe Goddard conseguindo 3 pódios  1 quatro lugar e uma pole. E ainda em 2007 foi convidado a participar de 5 provas da F3 Sul-Americana pela equipe Castilho Motorsports e obteve 2 quarto lugares 1 sexto e 1 sétimo lugar.

No ano de 2008 foi para a F3 Alemã e em seu primeiro ano foi o sétimo colocado no geral, conseguindo 1 pole e 2 pódios e em 2009 foi o quarto colocado no campeonato.

Com todo esse curriculo a equipe Toyota Petronas Tom's da F3 Japonesa o contratou para disputar a temporada 2010 para ser companheiro do piloto japonês Yuji Kunimoto, que é o atual líder do campeonato.


Até agora Rafael Suzuki vem mostrando bons resultados em seu primeiro ano em solo Japonês , a vitória esta perto e acho que em breve veremos o nikkei no lugar mais alto do pódio.

Conheci o piloto brasileiro pessoalmente este ano em um evento da comunidade brasileira aqui no Japão, pude perceber que ele é bem determinado e focado em  vencer na categoria , sei que não é fácil se destacar em uma categoria quase que exclusivamente de pilotos japoneses mas Rafael tem dado trabalho para seus adversários.



Para quem não conhece ainda a F3 Japan, esta categoria já revelou pilotos que hoje estão na F1 ou já passaram por ela como o alemão Adrian Sutil hoje na equipe Force India que foi campeão aqui em 2006 e o espanhol Pedro de la Rosa campeão aqui 95 e hoje correndo  pela equipe Sauber.

Rafael  tornou-se o terceiro brasileiro a pilotar para a equipe Tom's, o primeiro foi heptacampeão de kart o brasileiro Paulo Carcasci em 91 e segundo foi o campeão F3 alemã  Joao Paulo de Oliveira campeão na F3 Japan em 2005 e hoje correndo em duas categorias aqui no Japão, a Fórmula Nippon e a SuperGT.

E neste final de semana tem rodada dupla da F3 Japan no circuito Fuji Speedway vão ser realizadas as etapas 7 e 8 com grandes chances de vitórias para Rafael Suzuki. E nos treinos livres de hoje, ele conseguiu o segundo melhor tempo.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Carro, uma paixão que não tem preço parte 2....


Hoje a pedidos dos leitores vou falar sobre outro carro que chamou muita atenção no evento Rica Style Custom Art.

O carro é o consagrado Honda NSX, um esportivo de dois lugares e motor traseiro central, este carro foi produzido no Japão entre 1990 e 2005, no inicio de sua produção a montadora japonesa inovou ao construir um carro com a carroceria toda em alumínio, o resultado foi um alivio de peso em mais ou menos 200 Kgs.



Este carro foi customizado pelo dono, o proprietário um japonês conta que não tem ideia de quanto já gastou com o carro, mas acredita que os gastos ultrapassam os 10 milhões de yenes, cerca de (197 mil reais).


A pintura deste carro é um show a parte, uma espécie de tatuagem cobre boa parte do carro e em seu interior todos os estofamentos em couro vermelho dão um toque de luxo ao carro.


A parte do carro que mais me chamou a atenção  foi os tanques de Nitro instalados no porta-malas no NSX, o dono do carro disse que ainda não testou a sua eficiência, basta apertar um botão azul no console do carro e o tanque de nitro (NOS) é acionado.



Quando produziu o NSX, a Honda  revolucionou o mundo esportivo com sua combinação de desempenho e dirigibilidade, peso leve e um motor V6 de 280 cv.

O NSX teve sua estréia em 1997 na Super GT e sua última corrida foi disputada em 2009 no circuito Twin Ring Motegi, nos treze anos na categoria, venceu 36 vezes e conseguiu 49 poles.

Há rumores que a Honda vai voltar a produzir o NSX com motor V10 de 5,5 litros a gasolina e um V6 de 3,5 litros com um sistema híbrido.

Vamos aguardar para ver se o Honda NSX voltará as ruas e pistas. Para quem não leu a primeira matéria sobre, carro uma paixão que não tem preço...clique aqui